Video by Glenn Marshall

Music Is Math from Glenn Marshall on Vimeo.

“This is the HD and finished version of my video ‘Music Is Math’. I just let the program run till the end of the music, I felt reluctant to interfere too much by trying to sculpt an ending, and just let the code run its own natural course. “

“Vor Gott sind eigentlich alle Menschen Berliner.”

Theodor Fontane

Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER…
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM…

via: Freelance Switch

Waltz with Bashir é um desses filmes geniais que aparecem meio de surpresa e surpreendem pela sensibilidade, estetica, ou tema.

Embora gire em torno dos horrores da guerra, retratou – de maneira magistralmente poética – momentos e personagens, sob um ponto de vista pessoal. É autobiográfico e autocrítico, pois delata as barbáries que Israel inflige aos países vizinhos.

A trilha sonora e a direção de arte são espetaculares… O filme é todo feito em animação.



 

Durante os dias da comemoração da queda do Muro, vi vários cartazes desses espalhados por Prenzlauerberg. Espero que não seja o que eu estou pensando, senão f*#&deu!

 

 
E esse pra descontrair: Bad Taste Party.
Bom pra usar aquelas camisas que te deram de Natal!

 


 
Pena que eu não vi o cartaz a tempo, eu bem teria o que usar…
E ainda faturava os 50 € de prêmio!

Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu.
 

Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.

Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.

Amyr Klink
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