You are currently browsing the category archive for the ‘Stories’ category.

Admiro a objetividade dos alemães em época de propaganda eleitoral.

Todo mundo sabe que os políticos são FDPs, mas eles sempre fingem que são pessoas íntegras e de bem.

Nada como a honestidade de bater no peito e dizer:

Bild-1

“Mais ousado. Mais humano. Mais FDP.”

Kontroll é um filme húngaro de 2003, digirido por Nimród Antal, que mistura comédia e suspense. Está totalmente ambientado nos metrôs de Budapeste – que é muito mais um cenário underground surrealista do que um retrato do mesmo.

A estória é bastante simbólica, trilha sonora muito bem escolhida, direção de arte, fotografia e atuações também são excelentes… E os personagens, impagáveis! Mas não vou contar mais, senão perde a graça. Quem puder, assista!

Coloco o trailer abaixo:

Mauerpark significa literalmente o Parque do Muro (de Berlim, naturalmente!) não só porque ainda abriga um pedaço dele, mas também porque era uma localização crítica durante a divisão Leste-Oeste. Na altura da Bernauer Straße, ele passava realmente colado a um edifício residencial, que tecnicamente estava em Berlim Oriental. Obviamente, as pessoas tentavam fugir pela janela para o lado ocidental. Cansados de atirar contra os insurgentes, os russos – com sua sutileza característica – resolveram demolir o prédio (!quem foi que colocou um prédio bem no meio do muro?!).

Depois da queda do Muro de Berlim – que esse ano completa exatos 20 anos – algumas áreas viraram parques, outras memoriais, e ao longo de toda a cidade existem marcas no chão por onde ele passava. Mas enfim, esse post é para falar sobre o Mauerpark, e não pra contar a história da Alemanha! Como eu dizia antes, domingo é dia… Alguns elementos se repetem toda semana, mas a cada visita tem alguma novidade.

O que tem lá? Um Flöhmarkt (“mercado de pulgas”) onde se pode comprar, vender ou trocar de tudo. Seria por exemplo totalmente plausível, trocar figurinhas do He-man por um bule da Alice no País das Maravilhas. Eu nunca tentei, até porque não tenho as tais figurinhas e além disso não tomo tanto chá, mas de fato conheço alguém que comprou o bule! haha… Também é possível encontrar artigos novos, roupas, discos, filmes, fotos, desenhos, eletrodomesticos…

Que mais tem lá…? Comidas típicas, famílias, cachorros, doidões, piqueniqueiros, estrangeiros (muitos!), presepeiros, malabaristas, churrasqueiros, grafiteiros, basqueteiros, gente em grupo, gente sozinha, música ao vivo. Que tipo de música? Uma argentina num sofá improvisado cantando para 6 amigos, uma mini-rave no gramado, um grupo de música celta usando instrumentos típicos,  um alemao cantando bossa nova (em bom portugues!), uma mina tocando harpa com reverberação e efeitos especiais, um grupo de rock londrino, e – ah, sim! – o KARAOKE!

O karaoke é o que há!! É um anfiteatro ao ar livre, onde um certo dia resolveram levar equipamento de som e comecar um karaoke pra galera, assim do nada. E você acha que as pessoas tem vergonha de cantar em público? Aquilo lá LOTA!! É fantástico. De longe, principalmente se ainda não dá pra ouvir a voz de quem está cantando (:-P), você acha que realmente está acontecendo um show, porque a multidão vai ao delirio! E não é pouca gente, são literalmente centenas de ouvintes na platéia… Por dia passam em torno de 2.000 pessoas por ali. A democracia musical é completa – todas as idades, generos e estilos são permitidos.

O repertório é bastante variado, mas independente da música e da qualidade do cantor, é sempre divertidíssimo.

fotos: www.morgenpost.de

departure

abreAm Morgen seiner Abreise brachte er seinen Planeten schön in Ordnung. Der kleine Prinz riß auch ein bißchen schwermütig die letzten Triebe des Affenbrotbaumes aus. Er glaubte nicht, daß er jemals zurückkehren müsse. Aber alle diese vertrauten Arbeiten erschienen ihm an diesem Morgen ungemein süß. Und, als er die Blume zum letztenmal begoß und sich anschickte, sie unter den Schutz der Glasglocke zu stellen, entdeckte er in sich das Bedürfnis zu weinen.

»Adieu«, sagte er zur Blume.

Aber sie antwortete ihm nicht.

»Adieu«, wiederholte er.

Die Blume hustete. Aber das kam nicht von der Erkältung.

»Ich bin dumm gewesen«, sagte sie endlich zu ihm. »Ich bitte dich um Verzeihung. Versuche, glücklich zu sein.«

Es überraschte ihn, daß die Vorwürfe ausblieben. Er stand ganz fassungslos da, mit der Glasglocke in der Hand. Er verstand diese stille Sanftmut nicht.

»Aber ja, ich liebe dich«, sagte die Blume. »Du hast nichts davon gewußt. Das ist meine Schuld. Es ist ganz unwichtig. Aber du warst ebenso dumm wie ich. Versuche, glücklich zu sein… Laß diese Glasglocke liegen! Ich will sie nicht mehr…«

»Aber der Wind…«

»Ich bin nicht so stark erkältet, daß… Die frische Nachtluft wird mir gut tun. Ich bin eine Blume.«

»Aber die Tiere…«

»Ich muß wohl zwei oder drei Raupen aushalten, wenn ich die Schmetterlinge kennenlernen will. Auch das scheint sehr schön zu sein. Wer wird mich sonst besuchen? Du wirst ja weit weg sein. Was aber die großen Tiere angeht, so fürchte ich mich nicht. Ich habe meine Krallen.«
Und sie zeigt treuherzig ihre vier Dornen. Dann fügte sie noch hinzu:

»Zieh es nicht so in die Länge, das ist ärgerlich. Du hast dich entschlossen zu reisen. So geh!«

Denn sie wollte nicht, daß er sie weinen sähe. Es war eine so stolze Blume. fecha

Follow

Get every new post delivered to your Inbox.